ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

PROGRAMA DE ENSINO CONTINUADO EM ENGENHARIA - PECE

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO:  "GESTÃO DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÕES"


                                                                                    Programa completo

 

DISCIPLINA 1:  Introdução à engenharia de segurança contra incêndio e explosões

PROFESSOR: Prof. Dr. Guenther C. Krieger Filho (EPUSP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução. Revisão  de Mecânica dos Fluidos. Revisão dos Mecanismos de Transferência de Calor. Termodinamica aplicada à combustão. Equilíbrio químico. Características de queima de combustíveis pré- misturados. Altura de chama.

Pluma do fogo. Movimento do ar para dentro da chama. Incêndio em tanques de combustíveis. Fluxo de gases quentes junto ao forro. Aberturas de escape de gases quentes. Fluxo de ar junto as paredes devido a convecção natural. Efeitos das condições de combustão na composição da mistura de gases do incêndio. Avaliação da toxicidade dos produtos da combustão durante um incêndio. Limites de flamabilidade de mistura dos gases de combustão e da difusão das chamas. Ignição de combustíveis líquidos. Embrasamento. Auto aquecimento e combustão expontânea. Combustíveis sólidos. Propagação superficial da chama. Produção e Propriedades da fumaça

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

N.F.P.A National Fire Protection Association Manual of Fire Prevention Engineering

D.D Drysdal, Introduction to Fire Dynamics, John Wiley & Sons NY 1985

B.S. Kandola Fire Safety Journal 10. 211 1986

K. Harada T. Terai Dependence of Thermal Responses of Composite Slabs Subject to Fire on Cross Sectional Shapes. Fire Safety Science - Proceedings of the 4th International Symposium. IAFSS, 1994 pp 1159- 1170

J.A. Milke Temperature Analysis of Structures Exposed to Fire "Fire Technology , 28, . 1993 pp. 184- 189"

V.S. Arpaci and P.S. Larsen, Convection Heat Transfer. Prentice-Hall, Englewood Cliffs, NJ 1984

C.L. Tien Handbook of Heat Transfer Fundamentals, McGraw-Hill, pp. 14-83 N.Y. 1985

V. Babrauskas and S.J. Grayson eds. Heat Release in Fires Elsevier  Applied Science, London 1992

C.F. Cullins and M.M. Hirschler, The Combustion of Organic Polymers, Oxford University Press UK 1981

D.L. Baulch, C.J. Cobos, R.ª Cox, P. Frank, G Hayman, T.H. Jost, J.ª Kerr, T Murrelles, M.J. Pilling, J. Troe, R.W. Walker and J. Warnatz Combustion and Flame. 1997

J.R. Benjamin and C.ª Cornel, Probability, Statistics and Decision for Civil Engineers MacGraw-Hill , N.Y. 1970

DISCIPLINA 2: Metodologia de Projeto e de Pesquisa em segurança contra incêndio. Monografia.

PROFESSOR: Prof. Dr. Ualfrido Del Carlo (FAU USP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução à metodologia. Introdução à metodologia de pesquisa. Apresentação de ficha para proposta e acompanhamento de projeto de pesquisa. Metodologia de Projeto. Os levantamentos e decisões de projeto necessárias a uma nova visão da segurança contra incêndios nas edificações. Aplicação do modelo à pesquisa para monografia. Acompanhamento das pesquisas dos alunos. Coordenação da avaliação das monografias dos alunos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Descarte, René Rules for the direction of Mind The Great Books Encyclopaedia Britannica 1980 original escrito em 1929.

CSTB Centre Scientifique et Technique du Batiment REEF Tenue au Feu des Batiments

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo 2001.

British Standard Institute. Fire precautions in the design and construction of buildings - BS 5588.

Normas do CB 24 da ABNT

Egan, M.David. Concepts in buildings fires safety - New York, John Willey & Sons. 1978

Mila, Ariosto O Edifício FAUUSP 1987

Prefeitura Municipal de São Paulo. Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo. Lei municipal n° 11.228. São Paulo. 1992

Society of Fire Protection Engineers. Fire Protection Engineering Handbook, 1996.

DISCIPLINA 3: Aspectos Legais da Segurança contra Incêndio. Normatização, Certificação, Homologação e Legislação.

PROFESSOR: Prof. Dr. Ualfrido Del Carlo (FAU USP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução. Normalização no Brasil e no Mundo. Legislação Municipal. Legislação Estadual. Legislação Federal. Certificação Laboratórios e entidades de notório saber.

Engenharia de Incêndio: Fundamentos. Dinâmica do incêndio. Calculo de risco. Cálculos para projeto. Analise de risco de incêndio. Possíveis cenários para o futuro a curto médio e longo prazo.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

NBR 5667/80 Hidrantes urbanos de incêndio Especificação

NBR 6125/92 Chuveiro automático para extinção de incêndio Método de ensaio

NBR 6135/92 Chuveiro automático para extinção de incêndio Especificação

NBR 6479/92 Portas e vedadores - Determinação da resistência ao fogo Método de ensaio

NBR 8222/83 Execução de sistemas de proteção contra incêndio em transformadores e reatores de potência, por drenagem e agitação do óleo isolante Procedimento.

NBR 8660/84 Revestimento ao piso - Determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica Método de ensaio.

NBR 8674/84 Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com água nebulizada para transformadores e reatores de potência Procedimento.

NBR 9441/98 Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio Procedimento.

NBR 9442/86 Materiais de construção - Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante Método de ensaio.

NBR 9443/02 Extintor de incêndio classe A - Ensaio de fogo em engradado de madeira Método de ensaio.

NBR 9444/02 Extintor de incêndio classe B - Ensaio de fogo em líquido inflamável Método de ensaio.

NBR 9654/97 Indicador de pressão para extintores de incêndio Especificação.

NBR 9695/03 Pó para extinção de incêndio Especificação.

NBR 10636/89 Paredes divisórias sem função estrutural - Determinação da resistência ao fogo Método de ensaio.

NBR 10720/89 Prevenção e proteção contra incêndio em instalações aeroportuárias Procedimento.

NBR 10721/01 Extintores de incêndio com carga de pó.

NBR 10897/90 Proteção contra incêndio por chuveiro automático Procedimento.

NBR 10898/99 Sistema de iluminação de emergência Procedimento.

NBR 11711/03 Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais Especificação

NBR 11715/03 Extintores de incêndio com carga d'água Especificação

NBR 11716/00 Extintores de incêndio com carga de dióxido de carbono (gás carbônico)

NBR 11742/03 Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação

NBR 11751/03 Extintores de incêndio com carga para espuma mecânica Especificação

NBR 11762/01  Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenado

NBR 11785/97 Barras antipânico Requisitos

NBR 11830/95 Líquido gerador de espuma de película aquosa (AFFF) a 6% para uso aeronáutico Especificação

NBR 11836/92 Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio Especificação

NBR 11861/98 Mangueira de incêndio Requisitos e métodos de ensaio

NBR 12232/92 Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante Procedimento

NBR 12252/92 Tática de salvamento e combate a incêndios em aeroportos Procedimento

NBR 12285/92 Proteção contra incêndio em depósitos de combustíveis de aviação Procedimento

NBR 12615/92 Sistema de combate a incêndio por espuma Procedimento

NBR 12693/93 Sistemas de proteção por extintores de incêndio Procedimento

NBR 12779/92 Inspeção, manutenção e cuidados em mangueiras de incêndio Procedimento

NBR 12962/98 Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio Procedimento

NBR 12992/93 Extintor de incêndio classe C - Ensaio de condutividade elétrica Método de Ensaio

NBR 13231/94 Proteção contra incêndio em subestações elétricas convencionais, atendidas e não atendidas, de sistemas e transmissão Procedimento

NBR 13434-1/04 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 1: Princípios de projeto

NBR 13434-2/04 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores

NBR 13436/95 Líquido gerador de espuma de película aquosa (AFFF) a 3% para uso aeronáutico Especificação

NBR 13485/99 Manutenção de terceiro nível (vistoria) em extintores de incêndio
Procedimento

NBR 13714/00 Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio

NBR 13768/97 Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência Requisitos

NBR 13792/97 Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas de armazenamento em geral
Procedimento

NBR 13848/97 Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio Especificação

NBR 13859/97 Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição
Procedimento

NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio

NBR 14023/97 Registro de atividades de bombeiros

NBR 14096/98 Viaturas de combate a incêndio

NBR 14100/98 Proteção contra incêndio - Símbolos gráficos para projeto

NBR 14276/99 Programa de brigada de incêndio

NBR 14277/99 Campo para treinamento de combate a incêndio

NBR 14323/99 Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio

NBR 14349/99

União para mangueira de incêndio - Requisitos e métodos de ensaio

NBR 14432/01Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações Procedimento

NBR 14561/00 Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate

NBR 14608/00 Bombeiro profissional civil

NBR 14870/02 Esguichos de jato regulável para combate a incêndio

NBR 14880/02 Saídas de emergência em edifícios - Escadas de segurança - Controle de fumaça por pressurização

NBR 14925/03 Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações

CSTB Centre Scientifique et Technique du Batiment REEF Tenue au Feu des Batiments

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo 2001.

British Standard Institute. Fire precautions in the design and construction of buildings - BS 5588 .

Prefeitura Municipal de São Paulo. Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo. Lei municipal n° 11.228 e Decreto Regulamentador n°32329 São Paulo. 1992

Society of Fire Protection Engineers. Fire Protection Engineering Handbook, 1996.

 

DISCIPLINA 4: Comportamento ao fogo dos elementos construtivos e dos materiais combustíveis incorporados às edificações

PROFESSORES: Prof. Dr. Ualfrido del Carlo (FAU USP)

                                       Dr. Alexandre Itiu Seito

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Conceitos gerais da segurança contra incêndio. Conceito de reação ao fogo. Conceito de resistência ao fogo. Ensaios de reação e de resistência ao fogo tendo por base metodologias nacionais (ABNT) e internacionais (UL, ASTM, ISO, BSI, etc.). Conceito e determinação da carga incêndio. Modelos simplificados de incêndio. Curvas temperatura-tempo. Compartimentação. Finalidade e materiais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. Standard test method for surface flammability of materials using a radiant heat energy source - ASTM E 162.     Philadelphia, 1990.

__________.            Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials - ASTM E 662.     Philadelphia, 1995.

__________.            Standard test method for surface burning characteristics of building materials - ASTM E 84.     Philadelphia, 1995.

__________.            Standard test method for measuring smoke toxicity for use in fire hazard analysis - ASTM E 1678.    Philadelphia, 1996.

__________.            Standard test method for rate of burning and/or extent and time of burning of self-supporting plastics in a horizontal position - ASTM D 635. Philadelphia, 1991.

__________.            Standard test methods for fire tests of building construction and materials – ASTM E 119. Philadelphia, 1995.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Paredes divisórias sem função estrutural – determinação da resistência ao fogo – NBR 10636.   Rio de Janeiro, 1989.

__________.  Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo – NBR 5628.   Rio de Janeiro, 1980.

__________.  Materiais de construção - ensaio de propagação superficial de chama - método do painel radiante - NBR9442.   Rio de Janeiro, 1986.

__________.            Revestimento de piso - determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica - NBR 8660.      São Paulo, 1984.

BERNA, J. M. L.     Seguridad contra incêndios de los productos de la construcción en la Unión Europea. Las euroclasses en materia de reacción al fuego.     MAPFRE Seguridad, n.64, p.43-53, 1996.

BERNA, J. M. L.    Seguridad contra incêndios de los productos de la construcción: la reacción al fuego en la Europa comunitaria¿la solución futura?.   MAPFRE Seguridad, n. 52, p. 39-47, 1993.

BRITISH STANDARDS INSTITUTION. Fire tests on building materials and structures. Part7: method of test to determine the classification of the surface spread of flame of products: BS 476.     London, 1997.

__________.            Fire tests on building materials and structures. Part6: method of test for fire propagation for products: BS 476.     London, 1989.

__________.            Glossary of terms associated with fire. Part1: general terms and phenomena of fire: BS 4422.      London, 1987.

EGAN, DAVID M.  Concepts in building firesafety.   A Wiley-Interscience Publication, New York, 1976.

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. Building materials – determination of calorific potential – ISO 1716.    Switzerland, 1973.

__________.            Tests for measuring “reaction-to-fire” of building materials – their development and application – ISO TR 3814.     Switzerland, 1989.

__________.            Building materials – non-combustibility test – ISO 1182.   Switzerland, 1990.

__________.            Fire tests – full-scale room test for surface products – ISO 9705. Switzerland, 1993.

__________.            Fire-resistance tests – elements of building construction – ISO TR 834-3. Switzerland, 1994.

__________.            Reaction to fire tests – ignitability of building products subjected to direct impingement of flame. Part 2: single flame source test – ISO 11925-2. Switzerland, 1997.

__________.            Reaction to fire tests – ignitability of building products subjected to direct impingement of flame. Part 3: multi-source test – ISO 11925-3.  Switzerland, 1997.

__________.            Glossary of fire terms and definitions – ISO Guide 52.    Switzerland, 1990.

LATHROP, J.K. (ed.)    Life safety code handbook.   5.ed.   Quincy, MA, NFPA, 1991.

LAVILLA, J. C.     Comportamiento frente al fuego de materiales de uso el interior de edifícios.      MAPFRE Seguridad, n.57, p.27-33, 1995.

MARTÍN, L.M.E.; PERIS, J.J.F.   Comportamiento al fuego de materiales y estructuras.    Madrid, Laboratorio de Experiencias e Investigaciones del Fuego, Instituto Nacional de Investigaciones Agrarias, 1982.

MITIDIERI, MARCELO L.  Proposta de classificação de materiais e componentes construtivos com relação ao comportamento frente ao fogo: reação ao fogo. São Paulo, 1998. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica – Engenharia Civil, Universidade de São Paulo.

ONO, R.    A segurança contra incêndio em edificações: parâmetros para sua avaliação.    São Paulo, 1997.    Tese (Doutorado) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo.

PETERSON, C.E.; SAWER S.F. (ed.)  Fire prevention code handbook. 1a. ed. Quincy, MA, NFPA, 1997.

ROMANI, RUBENS  Análise de modelos computacionais para simulação de incêndio em compartimentos. São Paulo, 1995. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica – Engenharia Mecânica, Universidade de São Paulo.

ROSSO, T.    Incêndios e arquitetura.   São Paulo, FAUUSP, 1975.

SÃO PAULO (Estado). Polícia Militar do Estado de São Paulo. Departamento de Operações e Defesa Civil.    Anuário estatístico do Corpo de Bombeiros.   São Paulo, 1989/1997.

SÃO PAULO (Município). Leis, etc. Decreto no 32.329, de 23 de setembro de 1992, que regulamenta a Lei no 11.228, de 25/06/92, sobre o código de obras e edificações, e dá outras providências. In:  BLOCH, L.L.; BOTELHO, M.H.C.  (org.)    Código de obras e edificações do município de São Paulo: comentado e criticado.     São Paulo, Pini, 1992.    p.111-125.

SÃO PAULO (Município). Leis, etc.  Decreto no 38.069, de 14 de dezembro de 1993, que aprova as especificações para instalação de proteção contra incêndio, e dá outras providências correlatas.    Lex :  Legislação Estadual do Estado de São Paulo, v.57, p.1290-1339, jul./dez. 1993.

SÃO PAULO (Município). Leis, etc. Lei no 11.228, de 25 de junho de 1992, que dispõe sobre as regras gerais e específicas a serem obedecidas no projeto, licenciamento, execução, manutenção e utilização de obras e edificações. In: . In:  BLOCH, L.L.; BOTELHO, M.H.C.  (org.)    Código de obras e edificações do município de São Paulo: comentado e criticado.      São Paulo, Pini, 1992.    p.23-105.

SEITO, A.I.  Metodologia de análise de risco de incêndio. São Paulo, 1995. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo.

STEWART, L.J.  Forms and types of materials first ignited in fires. The U.S. Home Product Report 1989-1993, NFPA, 1996.

 

DISCIPLINA 5: Aspectos técnicos do projeto arquitetônico visando a segurança contra incêndio

PROFESSORA: Profa. Dra. Rosária Ono (FAU USP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução. Histórico sobre o homem e os incêndios. Definição e conceitos de saída de emergência.

O comportamento humano em situação de incêndio. Os efeitos do incêndio (fogo, calor, fumaça, etc.) no ser humano. O pânico. A importância do gerenciamento da edificação e do treinamento da população para situações de emergência. Sistemas de segurança passivos e ativos para saídas de emergência.

Métodos de projeto. Os conceitos básicos e a evolução dos métodos de cálculo de saídas de emergência. Método de projeto segundo a norma brasileira NBR 9077, o Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo, a norma inglesa BS 5588, entre outros. Tendência das regulamentações. O código baseado no desempenho (não-prescritivo). Aspectos arquitetônicos relacionados à proteção das estruturas contra incêndio

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento - NBR 13435. Rio de Janeiro. 1995.

_________________________. Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Formas, dimensões e cores – Padronização - NBR 13434  Rio de Janeiro. 1995.

_________________________. Saídas de emergência em edifícios - NBR 9077, Rio de Janeiro, 1993.

British Standard Institute. Fire precautions in the design and construction of buildings - BS 5588 .

Canter, D. (ed.). Fires & human behaviour. Second edition. David Fulton Publishers Ltd. London, 1990.

Coelho, Antonio Leça, A. Modelação matemática de evacuação de edifícios sujeitos à ação de um incêndio. Volume II – Anexo: Estado dos conhecimentos sobre o movimento e o comportamento de pessoas em edifícios e sua modelação. Teses de Doutorado – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal, 1997

Egan, M.David. Concepts in buildings fires safety - New York, John Willey & Sons. 1978

Fire Engineering Guidelines. Fire Code Reform Centre Limited, First Edition, 1996, Australia.

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

National Fire Protection Association. Life Safety Code - NFPA 101

____________________.Fire Prevention Code - NFPA 1

____________________. Fire Protection Handbook, 1997.

Predtechenskii, V.M. & Milinskii, A. I. Planning for foot traffic flow in buildings, Stroiizdat Publishers, Moscow 1969 (published for NBS/US, by Amerind Publishing Co., 1978).

Prefeitura Municipal de São Paulo. Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo. Lei municipal n° 11.228. São Paulo. 1992

Society of Fire Protection Engineers. Fire Protection Engineering Handbook, 1996.

DISCIPLINA 6: A fumaça de incêndio em edificações e a Estatística aplicada ao incêndio

PROFESSORES: Profa. Dra. Rosária Ono (FAU USP)

                              MSc. Antonio Souza Vieira Neto (IPEN)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução à fumaça no incêndio.  Características da fumaça e mecanismos de desenvolvimento da fumaça. Movimentação da fumaça na edificação e sistemas de controle.  Métodos de ensaio. Regulamentação e normalização.  Modelos de simulação de movimentação de fumaça. Validação de modelos. Estatística aplicada ao incêndio. Base estatística. Coleta de dados. Aplicações.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Saídas de emergência em edifícios - NBR 9077, Rio de Janeiro, 1993.

British Standard Institute. Fire precautions in the design and construction of buildings - BS 5588 .

Butcher E.G. Smoke control in fire safety design.  E&F.N Spon.  London.1979

Canter, D. (ed.). Fires & human behaviour. Second edition. David Fulton Publishers Ltd. London, 1990.

Egan, M.David. Concepts in buildings fires safety - New York, John Willey & Sons. 1978

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

National Fire Protection Association. Life Safety Code - NFPA 101

____________________. Recommended Practice for Smoke Control Systems- NFPA 92A-

____________________.Guide for Smoke Management Systems in Malls, Atria and Large Area – NFPA 92B

____________________.Fire Prevention Code - NFPA 1

____________________. Fire Protection Handbook, 1997.

Prefeitura Municipal de São Paulo. Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo. Lei municipal n° 11.228. São Paulo. 1992

Society of Fire Protection Engineers. Fire Protection Engineering Handbook, 1996.

Tamura, G.T. Computer Analysis for Smoke Movement in Tall Building. Annual Meeting, American Society fo Heating , Refrigerating, and Air Conditioning Engineers, 1969.

Associação Brasileira de Normas Técnicas.  Registro de Atividades de Bombeiros (NBR 14023), Rio de Janeiro, 1997.

Federal Emergency Management Agency. National Fire Incident Report System (NFIRS), National Fire Data Center, 2002.

Meyer, P. L.   Probabilidade - aplicações à estatística.   Livros técnicos e Científicos Editora, 1991.
Murray, R. S.   Probabilidade e Estatística. Coleção Schaum. McGraw-Hill. 1977.
Freitas, A. F. & Colosimo, E. A.   Confiabilidade: Análise de Tempo de Falha e Testes de Vida Acelerados. Série Ferramentas da Qualidade, Vol. 12.   Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Engenharia. Fundação Christiano Ottoni. 1997.
Lewis, E. E. Introduction to Reliability Engineering. John Wiley & Sons. 1987.
Kececioglu, D. Reliability Engineering Handbook. Vol. 1. Prentice-Hall. 1991.

 

DISCIPLINA 7: ANÁLISE DE RISCO DE INCÊNDIO E DE EXPLOSÕES

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Profa. Dra. Adelaide Cássia Nardocci (FSP USP)

                                                                Dr. Anthony Edward Pacheco Brown

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Conceitos Básicos de avaliação e gerenciamento de riscos. Etapas de uma AQR; Informações básicas para realização de uma AQR. Técnicas de identificação de perigos: What If, Checklists. Análise Preliminar de Perigos (APP), Análise de Modos de Falha e Efeitos, HAZOP, HACCP, árvores de falhas e de eventos. Análise de efeitos físicos de incêndios e explosões; análise de vulnerabilidade; Técnicas de quantificação de freqüência de ocorrências dos eventos; banco de dados: nacionais e internacionais;

Quantificação de riscos: risco social e risco individual; critérios de aceitabilidade: nacionais e internacionais. Uso e aplicações de AQR.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

-AIChE - American Institute for Chemical Engineers (1992) Guidelines for Hazard Evaluation Procedures, Center for Chemical Process Safety, AIChE, New York, EUA, 2nd. Ed..

-BROWN, A.E.P. (1996) Curso de Análise de Risco, S. Paulo/SP, Brasil.

-CCPS - Center for Chemical Process Safety (1992) Guidelines for Investigating Chemical Process Incidents, AIChE, NY, USA.

-CETESB - Legislação Estadual (até set./1995) Controle da Poluição Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente/SP, CETESB, S. Paulo/SP.

-CETESB (1999)  Manual de Orientação para Elaboração de Estudos de Análise de Riscos, S. Paulo/SP.

-CONAMA - Legislação Federal (até set./1995) Controle da Poluição Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente/SP, CETESB, S. Paulo/SP.

-CONCAWE (1982) Methodologies for Hazard Analysis and Risk Assessment in Petroleum Refining and Storage Industry, Rept. no 10. The Hague, Netherlands.

-DUTCH Government (1989)  Premisses for Risk Management: Risk Limits in the Context of Environment Policy, Annex to the Dutch National Environmental Policy Plan, Kiezen for Verliezer, 2nd. Chamben of the States General, Session 1988-1989, 21137, no 1 e 2, Ministry of Housing, Physical Planning and Environment, The Netherlands..

-FREEMAN, R. A. (1983)  Problems with Risk Analysis in the Chemical Industry, Plant/Operations Progress, v. 2, no 3, July, AIChE, NY, USA.

-JOSCHEK, H. I. (1983)  Risk Assessment in the Chemical Industries, Plant/Operations Progress, v. 2, n. 1, p. 1 -5, Jan., AIChE, NY, USA.

-HAZOPtimizer - TM (1995)  v. 1.2, Safety and Risk Management Soft, ADL, Cambridge, Mass, USA.

-KLETZ, T. A. (1992)  Hazop and Hazan: Identifying and Assessing Process Industry Hazards, Institution of Chemical Engineers, 3rd. edition, London, UK,

-LAWLEY, H. G. (1974)  Operability Studies and Hazard Analysis, Chemical Engineering Progress, v. 70, no 4, p. 45-56, April, NY, USA.

-LEES, F. P. (1996) Loss Prevention in the Process Industries - Butterworths Pub. Co., London, UK.

-MIL-STD-882 B (1984) - Norma Militar Americana, Washington DC, USA.

-MOND Index (1979) - ICI,UK

-RIJNMOND (1982) Risk Analysis of Six Potentially Hazardous Ind. Objects in   

-Rijnmond Area, A Pilot Study, D. Reidel Publish. Co., Dordrecht, Holland.

-THE WORLD BANK (1985)  Manual of Industrial Hazard Assessment Techniques, Office of Environment and Scientific Affairs, Washington D.C., USA.

DISCIPLINA 8: Projeto de sistemas de proteção contra incêndio

PROFESSOR: Prof. Dr. Orestes Gonçalves (EPUSP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução à proteção contra incêndio das edificações. Características e especificações de chuveiros automáticos. Projeto de chuveiros automáticos. Características e especificações de hidrantes, mangueiras e mangotinhos. Projeto de hidrantes, mangueiras e mangotinhos. Características e especificações de extintores de incêndio. Projeto de extintores portáteis e sobre rodas. Projeto de sistemas fixos por inundação total

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 8674 - Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com água nebulizada para transformadores e reatores de potência – procedimento. Rio de Janeiro. 1984.

Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 10897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático – procedimento. Rio d eJaneiro. 1990.

Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 12615 - Sistema de combate a incêndio por espuma - procedimento. Rio de Janeiro. 1992.

Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 13714 - Instalações hidráulicas contra incêndio, sob comando, por hidrantes e mangotinhos - procedimento. Rio de Janeiro. 1996.

National Fire Protection Association – Handbook. 1997.

Society for Fire Protection Association – Handbook. 1995.

DISCIPLINA 9: Projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio

PROFESSORES: Prof. Dr. Orestes Marraccini Goncalves (EPUSP)

                                              Eng. Wolfgang Leopold Bauer - IPT

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA DO CURSO

Introdução aos detectores, alarmes, sinalização e iluminação de emergência. Detectores pontuais

Detectores lineares. Anunciadores. Painéis de controle. Projeto de sistemas de detectores. Projetos de sistemas de alarmes. Projeto de sistemas de detectores associados a equipamentos de combate a incêndio. Projeto de sinalização de emergência. Projeto de iluminação de emergência

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

National Fire Protection Association Handbook - Eighteenth Edition 1997

Society for Fire Protection Engineering Handbook - 2nd Edition 1995

Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR  9441 - Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Procedimento. Rio de Janeiro. 1994.

Associação Brasileira de Normas Técnicas  NBR 10898 - Sistema de iluminação de emergência - Procedimento. Rio de Janeiro. 1990.

Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 13434 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Formas, dimensões e cores - Padronização. Rio de Janeiro. 1995.

Associação Brasileira de Normas Técnicas  - NBR 13435 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Procedimento. Rio de Janeiro. 1995.

Associação Brasileira de Normas Técnicas  - NBR 13437 - Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico - Simbologia. Rio de Janeiro. 1995.

National Fire Protection Association - NFPA 70 - National Electrical Code

National Fire Protection Association - NFPA 72 - National Fire Alarm Code

National Fire Protection Association - NFPA 101 - Life Safety Code

Bryant, P., "British Standard Code of Practice for the Design, Installation, and Service of Fire Detection and Alarm Systems in Building, BS 5839 Part 1, Third International Symposium on Fire Protection of Building, May 10-12, 1990

Cholin, J.M., PE, and Moore, W.D., PE, "How Reliable is Your Fire Alarm System" NFPA Fire Journal, Jan/Feb.1995.

Letts, J., "Fire Detection and Alarm Systems - the Future" , Fire Surveyor. Vol 20, No 6 Dec. 1991.

Thuillard, M., "New Method for Reducing the Number of False Alarms in Fire Detection Systems", Fire Technology. Vol.30, No 2, 1994

Moore, W.D., PE, "A Practical Guide to Fire Alarm Systems", Central Station Alarm Association, Bethesda, 1995

DISCIPLINA 10: Prevenção e proteção contra explosão

PROFESSORES: Dr. Marco Antonio Rezende Silva; Dr. Anthony Brown

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Introdução aos explosivos, mecanismos, assessórios de detonação, normas, aplicação especiais de explosivos, detonação controlada, utilização de explosivos em mineração, aspectos ambientais, prevenção e proteção. Explosões físicas, químicas, elétricas, gases/vapores, pós e nucleares, conceitos, tipos, classificação, características, prevenção e proteção, faixas de explosividade, cálculos, estudo de casos, exercícios,  vídeos e slides. Classificação elétrica em áreas de inflamáveis ou de explosivos, introdução, histórico, normas e legislações brasileira e internacional, sistemas elétricos e eletrônicos, classes de produtos perigosos e de áreas, critérios de classificação,  sistemas de proteção e de instalação, conformidade, inspeção e manutenção de segurança em áreas classificadas, mapas, desenhos e cálculos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ATCHISON, T.C. (1968) Fragmentation Principles, In PFLEIDER, E.P. Surface Mining, AIME Sec. 7 2, NY, USA, p. 355-72.

BARTKNECHT, W. (1981), Explosions Course, Prevention and Protection, Springer Verlag, Germany.BROWN, A.E.P. (1996) Curso de Prevenção de Explosões na Indústria, São Paulo/SP, Brasil.

CANVEY (1978)  An Analysis of Potential Hazards from Operations in the Canvey Island/Thurrock Area, Her Majesty's Stationery Office, UK.

CONCAWE (1990) Report 0917/OP.3.1, London, UK.

CPR 16E (1992), Methods for the Determination of Possible Damage, TNO, The Hagen, Holland.

DU PONT DO BRASIL S.A. (1977) Manual DuPONT para o Uso de Explosivos, Cap. 22, Pedreiras e Lavra a Céu Aberto, S. Paulo/SP, p. 370-97.

LANGEFORS, U.  e B. KIHLSTROM (1978) The Modern Technique of Rock Blasting, 3rd. ed., John Wiley & Sons, NY, USA.

LEES, F. P. (1996) Loss Prevention in the Process Industries - Butterworths Pub. Co., London, UK.

MELHEM, G.A. AND P.A. CROCE  Advanced Consequence Modeling: Emission, Dispersion, Fires and Explosions. Simulation and Modeling Unit Arthur D. Little, Inc., Van Nostrand Reinhold Inc., New York, NY, USA.

MEYER, R. (1977) Explosives, Verlag Chemie, NY, USA.

MINISTÉRIO DO EXÉRCITO (1965) Regulamento R-105 (SFIDT), Normas do Ministério do Exército para transporte, Armazenamento Manuseio e Destruição de Explosivos, Brasília/DF.

MINISTÉRIO DO TRABALHO (1978)  Portaria no 3.214 de 08.06.78, Brasília/DF.

NEC-500 - National Electrical Code, USA.

NFPA - National Fire Protection Association (1988) no 68  Venting of Deflagrations Quincy, Ma. USA.

RIJNMOND (1982) Risk Analysis of Six Potentially Hazardous Ind. Objects in Rijnmond Area, A Pilot Study, D. Reidel Publish. Co., Dordrecht, Holland..

Yellow Book (1979-1997) “Methods for the Calculation of the Effects of Escape of Dangerous Materials”, TNO, Holand.

DISCIPLINA 11: Planos de ação de emergência 

PROFESSORES: Cel. Eng. Alfonso Antonio Gill; Eng. Eduardo  Koizumi

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Plano de Emergência, Plano de Contingência,  Planos de Auxílio Mútuo (PAM). Segurança no transporte e armazenamento de produtos perigosos

Plano de Atendimento a Emergência com Transporte de Produtos Perigosos. Estruturas de Planos e de Equipes, Funções da Equipe de Emergência, Procedimentos de Emergência, Equipamentos de Emergência, Rotas de Fuga e Pontos de Encontro em Áreas/Instalações Industriais, Auditorias, Divulgação, Treinamento, Exercícios de Emergência, Simulados de Emergência.

Sistemas especiais: silos, estação de distribuição de energia, engarrafamento de GLP, petroquímica.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABIQUIM (1989) APELL - Plano Preparatório para Emergências em Comunidades, Abiquim, S. Paulo/SP.

BRUNACCINI, A. (1991) Fire Command, NFPA, Quincy, Ma., USA.

CAN/CSA-Z731-M91 (1991) Emergency Planning for Industry Standard - User´s Manual, Canadian Standards Association (CSA), v. 1.0, Impact Research Group Ltd., Vancouver, B.C., Canadá, December.

LEES, F. P. (1996) Loss Prevention in the Process Industries - Butterworths Pub. Co., London, UK.

NFPA - 1561 (1988) Standard on fire Department Incident Management System, National Fire Protection Association (1988) , Quincy, Ma., USA.

NFPA - 1600 (1988) Recommended Practice for Disaster Management System, National Fire Protection Association,Quincy, Ma., USA.

SERPA, R. R. e H. AVENTURATO (1990) Guia para a Elaboração do Plano de Emergência, 80 Seminário de Segurança Industrial, 14 a 16.08.90, Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), p. 55-65, Santos/SP.

DISCIPLINA 12: Segurança das estruturas de edifícios em situação de incêndio

PROFESSOR: Prof. Dr. Valdir Pignatta e Silva (EPUSP)

N° DE HORAS: 30 horas

PROGRAMA:

Modelos simplificados de um incêndio. Modelo do incêndio natural compartimentado. Modelo do incêndio-padrão. Grau de ventilação. Fator térmico dos elementos de vedação. Carga de incêndio.

Determinação da temperatura nos elementos estruturais sem proteção térmica. Fator de massividade. Determinação da temperatura nos elementos estruturais com proteção térmica.

Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos das edificações conforme NBR 14432/2000. Método do tempo equivalente. Método de avaliação de risco (Gretener).Tabela de tempos requeridos de resistência ao fogo. Diagramas tensão-deformação dos materiais estruturais a altas temperaturas. Comportamento das estruturas em situação de incêndio. Critérios de segurança estrutural. Estruturas de aço em situação de incêndio. Estruturas de concreto em situação de incêndio. Estruturas de madeira em situação de incêndio. Estruturas mistas aço-concreto em situação de incêndio. Materiais de proteção térmica das estruturas de aço. Características e dimensionamento.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMERICAN SOCIETY TESTING AND MATERIALS (ASTM E-119/88) - Standard test methods for fire tests of  building constructions and material. 1988.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Exigências particulares das obras de concreto armado e protendido em relação à resistência ao fogo. Procedimento. NBR 5627. Rio de Janeiro. 1980.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ações e segurança nas estruturas. Procedimento. NBR 8681. Rio de Janeiro. 1984.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio. Procedimento. NBR 14323. Rio de Janeiro. 1999.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos das edificações. Procedimento. NBR 14432.Rio de Janeiro.1999.

BRITISH STANDARD INSTITUTION. Design of concrete structures. General rules structural fire design. ENV 1992-1.2. BSI. London. 1996.

DEUTSCHES INSTITUT FÚR NORMUNG. Structural fire protection in industrial buildings. DIN 18230. Part 1. Berlin. 1987

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION. Design of steel structures. Structural fire design (Part 1.2). Eurocode 3 - ENV 1993-1-2. Brussels. 1995.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION. Basis of design and actions on structures Actions on structures exposed to fire (Part 2.2). Eurocode 1 - ENV 1991-2-2 Brussels. 1995.

EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION. Design of timber structures. Structural fire design (Part 1.2) Eurocode 5 ENV 

Apostilas do curso

INTERNATIONAL STANDARDIZATION FOR ORGANIZATION - Fire-resistance tests - Elements of  building construction. ISO 834. Genève.1994

LIGA FEDERAL DE COMBATE A INCÊNDIO DA ÁUSTRIA - “Brandschutztechnische Kennzahlen verschiedener Nutzungen, Langerungen, Lagergüter” (Parâmetros técnicos relativos à proteção a incêndio para diversas aplicações) -. TRVB A-126. 1987.

LIGA FEDERAL DE COMBATE A INCÊNDIO DA ÁUSTRIA - “Brandschutzeinrichtungen Rechnerischer Nachweis” (Dispositivo de proteção a incêncio. Cálculo) - TRVB A-100. 1987.

PETTERSSON,O.; MAGNUSSEN,S.; THOR, J.; Fire engineering design of steel structures. Swedish Institute of Steel Construction. Stockholm. 1976.

SCHLEICH, J.B; CAJOT, L.G. Global fire safety concept for buildings. La Revue de Métallurgie-Cahier  d’Informations Techniques. 94(1) p. 129-149. Paris. janeiro de 1997.

SOCIÉTÉ SUISSE DES INGÉNIEURS ET DES ARCHITECTES. evaluation du risque d’incendie. Méthode de calcul. Documentation n°81. Zürich.1984.

SILVA, V. P. Estruturas de aço em situação de incêndio. Tese de Doutoramento apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. São Paulo. 1997.

SILVA, V. P. Ação térmica nas estruturas: O modelo do incêndio natural compartimentado (BT/9911), Determinação da temperatura nos elementos estruturais de aço sem proteção térmica, em situação de incêndio (BT/9913), Determinação da temperatura nos elementos estruturais de aço com proteção térmica, em situação de incêndio (BT/9915). Boletins Técnicos da Escola Politécnica. São Paulo. 1999.

Apostilas do curso

SILVA, V. P. "Estruturas de aço em situação de incêndio". 256 p. Zigurate Editora. São Paulo. 2001.

VARGAS, M. R.; SILVA, V. P. “Resistência ao fogo das estruturas de aço”. Manual da construção em aço. CBCA - Centro Brasileiro da Construção em Aço. Rio de Janeiro. 2003.

KAEFER, E. C.; SILVA, V. P. Análise paramétrica da temperatura dos elementos de aço revestidos termicamente em situação de incêndio. In anais (CD) das XXXI Jornadas Sul-americanas de Engenharia Estrutural. Mendoza. 2004.

KAEFER, E. C.; SILVA, V. P. Análise paramétrica de um incêndio conforme o novo Eurocode 1. In anais do XXIV Iberian latin-american congress on computational methods in engeneering – CILAMCE. Ouro Preto. 2003.

COSTA, C. N.; SILVA, V. P. "Estruturas de concreto armado em situação de incêndio". Brasília. In anais (CD) das XXX Jornadas Sul-americanas de Engenharia Estrutural. 2002

SILVA, V. P. "Estruturas de aço em situação de incêndio. Determinação da temperatura nos elementos estruturais de aço com proteção térmica. Uma proposta de revisão da NBR 14323:1999”. In anais (CD) das XXX Jornadas Sul-americanas de Engenharia Estrutural. 2002.